Por que as empresas falham ao implementar planos estratégicos?

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Na Ekantika, vivenciamos de perto a transformação de operações que buscam sair do improviso e conquistar excelência sustentável. Cada jornada é única, mas há padrões claros que sinalizam quando uma empresa ainda opera no “modo bombeiro”, reagindo a problemas em vez de antecipá-los. Como nos contou Henrique, da Obramax: 

“Os sinais aparecem quando os indicadores oscilam sem padrão e, ao conversar com diferentes níveis da operação, percebemos que a base não sabe explicar os resultados, a liderança não domina as causas e o topo desconhece o diagnóstico ou apresenta contradições.” 

Ele revela que essas “zonas cinzentas” entre estruturas e processos não são mapeadas, entendidas e trabalhadas. Além disso, os processos não são ajustados para eliminar conflitos de responsabilidades decorrentes de mudanças no modelo operacional. “Como consequência, há desperdício de energia, e ineficiências importantes que comprometem a implementação das estratégias”, complementa.

  

No entanto, segundo o especialista, as ‘zonas cinzentas’, quando bem gerenciadas, podem se transformar em oportunidades para fortalecer a colaboração e criar sinergias entre departamentos “[Isso acontece] desde que haja um compromisso claro da liderança em estabelecer processos e governança adequados”, observa.

Diferença entre os níveis

O estudo também procurou entender como os diferentes níveis organizacionais sentem de maneira distinta as dificuldades de execução da estratégia. Os dados apontam  uma sobrecarga da média liderança nos processos de implementação. Enquanto 43% dos executivos de alta liderança acreditam que as barreiras já foram superadas, 57% dos gestores de média liderança ainda veem desafios no desdobramento da estratégia e na gestão de recursos e atividades do dia a dia. Ao mesmo tempo, 49% dos funcionários operacionais acreditam que os maiores obstáculos estão concentrados em suas atividades. “Esta desconexão evidencia um ponto cego organizacional que precisa ser endereçado”, destaca o sócio-fundador da consultora responsável pela pesquisa.

Como ter sucesso na implementação de estratégias

O levantamento concluiu que a estratégia deve ser tratada como um processo vivo, constantemente adaptado às novas realidades e desafios que surgem no ambiente corporativo. Com base nisso, a Ekantika sugere três diretrizes principais para otimizar a execução estratégica nas organizações:
  • Monitoramento contínuo: identificar a causa-raiz dos problemas e garantir visibilidade para os conflitos e desafios que surgem ao longo da execução, com um olhar específico para a média liderança, que precisa de apoio para identificar e solucionar bloqueios;
    • Gestão de mudança: estabelecer práticas sustentáveis a longo prazo que promovam uma cultura de aprendizado e adaptação constante,Execução com foco: as empresas devem adotar uma abordagem ágil e focada, assegurando respostas rápidas aos desafios operacionais para evitar que novas tarefas comprometam o plano estratégico; permitindo à organização prosperar em meio a mudanças.
    “Sem um mapeamento adequado e um ajuste nos processos organizacionais, as empresas continuam em um ciclo improdutivo de ações reativas que apenas resolvem problemas superficiais, sem endereçar as causas fundamentais das falhas de execução”, finaliza Leite.
Acesse aqui a materia pelo site do Valor Econômico

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